quarta-feira, 12 de maio de 2010


O vento gélido da noite batia diretamente contra seu rosto, fazendo com que seus cabelos voassem rebeldes, um sorriso frustrado ganhando vida em seus lábios avermelhados. Ele virou o rosto, encarando-me com olhos sem vida, foscos e escuros. Eu deveria entender a razão que levava Sean a não acreditar no amor. O amor é mágico, suave como uma brisa em noite de verão, mágico como a luz do luar refletida sobre as ondas do mar… Encantador como o brilho de um olhar, e dolorido como um veneno sem antídoto. Possui suas tormentas e seus momentos fracos, mas não deixa de ser amor. O amor é assim, decepcionante e inebriante. Te machuca e te completa, mas nunca te abandona. Nunca te deixa para trás. Nunca

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